quarta-feira, 20 de junho de 2012

OS AMANTES DA F1 ll..


Bom pessoal esta é minha primeira vez aqui, espero que nos encontremos por um bom tempo neste espaço que me foi dado.
Quero agradecer toda a equipe do F1 Team. Só para vocês saberem eu sou lá do blog GP Expert e vou estar com vocês aqui também. Mas vamos ao que interessa.
Você que já assistiu a uma corrida de Fórmula 1, já parou para pensar no desafio logístico de levar todos os carros, equipamentos e pessoas ao redor do mundo?
Neste post vou mostrar um pouco desse trabalho, e tentar mostrar algumas informaçòes curiosas desse esporte.
Segundo Gianfranco Fantuzzi, da logística da Toyota (Rangel será que tem que fazer igual TCC e colocar a data e tudo mais aqui na frente) “Nosso efetivo, de funcionários operativos, é de 72 profissionais”. Nada menos de 39 toneladas de equipamentos foram embarcadas na Alemanha, sede do time japonês, para o Brasil. Como quase todos na F-1, Fantuzzi é proibido de conversar com a imprensa. As organizações mais eficientes enviam para as corridas entre 70 e 80 integrantes. “São necessários dois dias para receber o material e deixá-lo em condições de ser usado”, explica Ballarini.Na realidade, o responsável pela logística coordena um grupo de outros líderes de setores da empresa(escuderia). “Há o que se ocupa por reservas depassagens aéreas, quem apenas faça as reservas de hotéis e dos 15 ou 16 veículos que precisamosa cada etapa do Mundial”, fala o italiano.
As cargas chegam ao país a bordo de sete aeronaves Boeing 747, exclusivamente fretadas para essa operação, e em mais 50 contêineres embarcados em navio. Para transportar todos os itens – que vão dos próprios veículos de corrida até os alimentos e materiais de TV – a Lubiani disponibiliza 150 caminhões.
O nível de exigência da FOM (Formula One Management), organizadora do campeonato, é extremamente elevado. A Lubiani foi escolhida pela direção da prova no Brasil por preencher todos os requisitos em relação à frota, tipo de veículos, capacidade e experiência em transporte de cargas especiais e de alto valor agregado, relacionamento com órgãos de trânsito, entre outros atributos.
Sua responsabilidade é para que tudo funcione, por isso chega bem antes. Em São Paulo, a Fiat, proprietária da Ferrari, cede a frota necessária para a escuderia.
Em 2010, com o calendário da F1 apontando 19 corridas, as equipes viajarão por 3 continentes e mais de 160 mil km!
Os equipamentos transportados por via aérea vão em 120 baús e contêineres, contendo mais de 10 mil peças diferentes e 32 toneladas de equipamentos por equipe para as corridas fora da Europa (este ano existem 12 equipes competindo). Boa parte deles usam um avião cargueiro 747 fretado. Algumas peças menos críticas viajam por navios, aproximadamente 10 toneladas de peças. Se algum problema ocorrer, as peças podem ser despachadas da Europa para qualquer circuito do mundo, e serão entregues pela empresa contratada em 24h.
Na sequência de corridas na Europa as equipes levam em torno de 300 toneladas de equipamento, incluindo um completo Centro de Comunicações, sempre pelo modal rodoviário, usando uma frota de até 24 caminhões.
As viagens para fora da Europa são mais complexas (Oriente médio, Ásia e América do Norte), e as equipes limitam-se a aproximadamente 30 toneladas via aviões. Isto requer embalagens extremamente bem pensadas!
O Centro de Comunicação, mesmo nas corridas fora da Europa, precisa ter uma conexão segura com a fábrica, enviando dados de telemetria em tempo real, para que os engenheiros possam ajustar o carro durante a corrida.
As peças essenciais, como os carros, motores e algumas peças de reposição são transportadas em um avião fretado pela companhia que gerencia a Fórmula 1 (FOM), um cargueiro 747. Ela leva as peças para os circuitos a partir de Londres (Inglaterra) ou Munique (Alemanha).
Depois de uma corrida, se houver tempo hábil as peças são levadas de volta para as fábricas das equipes, caso contrário ela voam diretamente para o próximo destino, visto que algumas corridas são feitas em finais de semana consecutivos.
Para dar uma idéia da quantidade de equipamentos, o checklist da equipe Williams tem mais de 80 páginas, incluindo desde os carros, 3mil garrafinhas d’água para equipe e convidados e até guardanapos! Como a maioria das equipes, a Williams leva 3 carros para cada corrida e meia dúzia de motores, caso uma eventualidade aconteça. Cada peça tem um local específico, pois a equipe não pode perder tempo procurando determinada ferramenta. Em uma corrida típica a Williams leva 44 computadores e 100 rádios comunicadores. Só para ligar os computadores em rede são usados meio quilômetro de cabos de dados e 300 km de cabos de força.
No entanto, não apenas de peças e carros são feitas as corridas. Elas são feitas principalmente pelos mecânicos, chefes de equipe e pilotos. Nas corridas européias as equipes contam com mais de 130 pessoas em cada GP, enquanto que nas provas fora da Europa este número é reduzido para aproximadamente 90 pessoas.
Garantir que todos terão seus uniformes é outro desafio. São mais de 200 pessoas que se revezam nessas viagens, e cada uma delas precisa de algum uniforme específico ou diferente.
No início da temporada é prevista a produção de mais de 600 camisetas, todas personalizadas com o nome do dono. Além disso, cada piloto usa em torno de 25 macacões no ano, além das roupas dos patrocinadores para eventos. Mecânicos que trabalham nos pit stops usam em torno de 50 macacões a prova de fogo.
Antes de cada viagem, cada pessoa recebe seu kit, para que a equipe tenha uma identidade visual fixa.
Garantir que todos possam chegar ao destino também é complexo: num ano são mais de 7000 viagens para organizar, comprando passagens aéreas, hotéis e vistos. Nem todos viajam juntos, alguns chegam alguns dias antes dos outros, e é preciso coordenar eficientemente as necessidades de vistos para diferentes nacionalidades.
Quando se viaja tanto, a obteção do visto pode tornar-se um desafio: para a China, por exemplo, o visto deve ser solicitado com antecedência máxima de 2 meses, e é um processo que dura 3 dias. Obter os passaportes de 90 ou 100 pessoas disponíveis por 3 dias sem que ninguém esteja viajando neste período é só mais um desafio logístico enfrentado pelos organizadores.

PARA OS AMANTES DA F1.....


Na F1, logística tem que ser “cirúrgica”

Sax transporta 1.600 toneladas a cada etapa

Carretas saem em comboios do aeroporto para autódromo


Os brasileiros que são apaixonados pelo automobilismo se acostumaram a ligar a TV aos domingos de manhã para acompanhar o desempenho das equipes da Fórmula 1. Entretanto, a maioria não faz ideia do complexo processo logístico realizado até o momento em que os pilotos se posicionam para a largada.
Para a etapa do Brasil, que no ano passado aconteceu em 7 de novembro, o plano de logística começou a ser arquitetado no mês de junho. E esse trabalho é realizado desde 2003 pela Sax Logística, que tem a responsabilidade de transportar 1.300 toneladas de cargas que chegam ao Brasil em cinco aviões e outro grande volume que chega de diversos países em navios.

De acordo com a empresa responsável, para um evento desse porte e considerando os valores envolvidos, o processo tem que beirar a perfeição, se assemelhando a um ato cirúrgico.

Para isso, a empresa se reúne com representantes da Infraero, Receita Federal e com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo, para que não ocorra nenhum imprevisto no trajeto entre os aeroportos de Viracopos e Guarulhos até o autódromo.

“Não há espaços para erros, pois a Fórmula 1 em São Paulo tem uma visibilidade gigantesca, tendo cobertura pela imprensa em todo o mundo, qualquer imprevisto é fatal”, destaca Alexandre Retrovatto, gerente de logística da Sax.

Equipes transportam 29 toneladas por etapa
Mapeamento

A Sax faz todo o mapeamento da carga como nome do remetente, local de descarga e tipos de mercadorias como carros, equipamentos, pneus, estruturas de boxes, além dos materiais diferenciados como os computadores utilizados pelas 13 equipes.

Segundo o gerente da Sax, 95% de todo o material que os organizadores utilizam entram no País em regime de admissão temporária prevista em lei. “Essas toneladas de mercadorias são colocadas em 100 carretas e o transporte até o circuito ocorre de uma vez só em comboio acompanhado pela CET”, destaca.

De acordo com o executivo, para este ano, a empresa colocará em prática o mesmo plano logístico, com início no mês de junho para equacionar as datas e movimentação. Somente no ano passado, a Sax realizou 70 processos de frete aéreo.

Alexandre Retrovatto afirma que o contrato abriu muitas portas para a Sax. Segundo ele, a Fórmula 1 é um dos principais serviços realizados pela empresa, que também faz a logística do Rally dos Sertões.

Curiosidades

Por temporada, as 13 equipes compram 2.880 bilhetes aéreos, consomem 15 mil refeições, mais de 450 litros de leite e 8.500 xícaras de café, além das 1.800 garrafas de água são consumidas por corrida. Por etapa, aproximadamente 29 toneladas de equipamentos são levados, em média, por cada equipe.
FONTE. WEBTRANSP.

domingo, 17 de junho de 2012

ENCONTRO ENTRE AMIGOS

OLÁ DIA 21/07/2012 VOCÊ ESTÁ CONVIDADO PARA  SE DIVERTIR ENTRE AMIGO NO KARTODRAMO DE BETIM.. VENHA.....

NO ENCONTRO DE AMIGOS....

quinta-feira, 17 de maio de 2012

SUL - BRASILEIRO DIA 17/05/2012


Terça-feira, 15 de Maio de 2012 - 11h20

Sul-Brasileiro começa nesta quinta em Caçador e já tem 119 inscritos

Fonte: Portal Kart Motor - Erno Drehmer
Divulgação
O Kartódromo Tutas Olsen, em Caçador
Faltando dois dias para sua abertura, a 15ª edição do Campeonato Sul-Brasileiro superou e muito seu recorde de inscritos, estabelecido em 1999 na cidade paranaense de Toledo. Naquela ocasião foram exatos 99 pilotos, número hoje superado pelos atuais 119 competidores de todo o Brasil que já se inscreveram para a 1ª etapa, que começa nesta quinta-feira (17) em Caçador (SC).
São muitos os atrativos do Sul-Brasileiro em 2012: vaga na Copa das Federações, oportunidades para competir nas pistas que receberão o Brasileiro e a Copa Brasil, campeonato de chassis e cerca de R$ 39 mil em prêmios, entre outros.
“Já temos tudo pronto em Caçador para receber pilotos de todo o Brasil”, diz Heuro Tortato, presidente do Caçador Kart Clube e também piloto. Ele, que foi campeão da Copa das Federações no início do ano, disputará o Sul-Brasileiro em duas categorias, Sênior A e Super Sênior.
Os primeiros pilotos já começaram a chegar e o “recordista” foi o carioca Pedro Braga, da Mirim, que está em Caçador desde o último sábado, mas ainda não está inscrito. Fábio Raupp, alguns Cadetes de Curitiba, a equipe da Techspeed e a RBC Preparações também já chegaram à cidadenesta terça-feira. “Esperamos algo entre 120 e 130 pilotos aqui em Caçador”, avalia Tortato.
A pista será aberta nesta quinta, quando os pilotos terão dois treinos, e esta programação se repetirá na sexta. Para facilitar o trabalho de pilotos e equipes, este ano o Sul-Brasileiro adotou uma programação que faz com que um grupo de categorias tenha todas suas atividades pela manhã e o restante à tarde. No sábado será disputada a tomada de tempos e uma bateria e no domingo será realizada a segunda bateria.
Acesse o “hotsite” do Sul-Brasileiro, onde você encontra para download o regulamento do campeonato, regulamento particular, hotéis conveniados, programação e regulamento da premiação. Nesta página é possível também encaminhar sua inscrição antecipada.
O 15º Campeonato Sul-Brasileiro é apoiado pela Agraupe, Birel, Iame Brasil, Kart Mini, Mega Kart, Megstar, MG Pneus, PPK, Techspeed, Thunder e ULV.
Confira a lista de inscritos:
MIRIM (4)1 Antonela Bassani (SC)
100 Henrique Vieira (RS)
33 Isabelle Torres (PR)
5 Pedro Aizza (PR)
CADETE (15)25 Agnã Zago Silva (PR)
5 Arthur Vargas (RS)
66 Celso Brincker (PR)
112 Edgar Bueno Neto (PR)
123 Gustavo Jorge (PR)
8 Hadi Mackdache (PR)
54 João Vitor Hanauer (RS)
38 José Muggiati Neto (PR)
34 Mateus Toppel da Silva (PR)
17 Matheus Pereira (PR)
52 Paulo Coelho (MT)
22 Pedro Adami (SC)
8 Rafael Lisboa (PR)
27 Stefano Marins (SC)
77 Valentina Olsen (SC)
SUPER CADETE (7)5 Arthur Vargas (RS)
112 Edgar Bueno Neto (PR)
123 Gustavo Jorge (PR)
8 Hadi Mackdache (PR)
95 Pedro Marques (RS)
27 Stefano Marins (SC)
77 Valentina Olsen (SC)
JÚNIOR MENOR (2)11 Felipe Drugovich (PR)
2 Pedro Goulart (RS)
JÚNIOR (5)111 Bruno Bertoncello (RS)
118 Mateus Della (SC)
4 Matheus Marini (PR)
46 Mauro Auricchio (SP)
11 Samir Meckdache (PR)
NOVATOS (11)79 Flávio Lisboa Neto (PR)
185 Gustavo Lago (PR)
99 Gustavo Torres (SC)
95 Mateus Cintra (PR)
34 Matheus Di Iorio (SP)
12 Matheus Pelizzer (PR)
222 Maurício Berezanski (SC)
39 Natacha Hanauer (RS)
55 Sidney Santana (SC)
12 Silvio Staniszewski Filho (PR)
38 Welington Larsen (SC)
GRADUADOS (20)97 Bruna Tomaselli (SC)
96 Fábio Raupp (SC)
66 Felipe Guimarães (DF)
83 Gabriel Casagrande (PR)
35 Gabriel Robe (RS)
9 Giorgio Ramos (PR)
33 Giovanni Tavares (PR)
17 Gustavo Myasava (PR)
170 Henrique Basso (SC)
95 Jean Michael Steuck (SC)
101 Jonathan Louis (PR)
317 Leonardo Cruz (PR)
18 Lucas Alves (RS)
79 Mateus Barella (PR)
170 Nicolas Gatto (PR)
77 Pedro Saderi (PR)
12 Rafael Smaniotto (PR)
171 Ricardo de Oliveira (RS)
48 Saulo Ramos Filho (RS)
6 Vinícius Tonidandel (PR)
SÊNIOR A (8)5 Alessandro Xavier (PR)
77 Bruno Lawrence (GO)
110 Eduardo Souza (PR)
111 Heuro Tortato (SC)
23 Marco Sarot (PR)
19 Nando Trevisan (RS)
19 Rafael Paiva (PR)
7 Rodrigo Kubiczewski (RS)
SÊNIOR B (15)8 Alisson Colussi (SC)
3 André da Cruz (PR)
44 André Guidalli (SC)
11 Caio Tortato (SC)
14 Corné Van Dongen (SC)
5 Daniel Rotta (RS)
15 Edward Fachini (SC)
14 Fabiano Colussi (SC)
79 Jean Piva (SC)
90 Juliano Rigon (SC)
313 Márcio do Lago (PR)
14 Roberto Sato (PR)
77 Robson Olsen (SC)
88 Rodrigo Sartori (SC)
431 Yedo Tortato Filho (SC)
SUPER SÊNIOR (9)80 Anderson Faita (GO)
87 Cirângelo Knaack (SC)
37 Fernando Pastro (RS)
10 Guilherme Jacob (SC)
111 Heuro Tortato (SC)
77 José Carlos Saderi (PR)
42 Júlio Pires (RS)
12 Omar Bittar (SC)
40 Roberto Gomes (RS)
F4 (13)111 André Fezer (SC)
278 Angelo Chiarelli Jr. (SC)
46 Assis Mohamad (SC)
1 Eduardo França (SC)
171 Franciel Sartor (SC)
331 Gabriel França (SC)
7 Jocinei Paris (SC)
33 Nélson Amaral (PR)
707 Paulo Sérgio Tombini (SC)
15 Pedro Barreto (SC)
888 Ronaldo Riedi (SC)
77 Thiago Bittencourt (PR)
9 Valdir Germinianni (SC)
SUDAM JÚNIOR (8)97 Bruna Tomaselli (SC)
111 Bruno Bertoncello (RS)
35 Gabriel Robe (RS)
7 George Karam (PR)
4 Matheus Marini (PR)
46 Mauro Auricchio (SP)
25 Murilo de Barcellos (PR)
48 Saulo Ramos Filho (RS)
SUDAM (2)28 André Nicastro (SP)
17 Gustavo Myasava (PR)

REPORTAGEM. 25 ANOS DE KART..


Sexta-feira, 11 de Maio de 2012 - 17h57

Imperatriz recebe exposição fotográfica para comemorar os 25 anos de kart na cidade

Fonte: Jordana Fonseca
Divulgação
Promovida pela Federação de Automobilismo do Maranhão (FAEM) junto ao Clube de Kart da Região Tocantina (CKART), a exposição ‘Kart em Imperatriz: 25 anos de velocidade’ conta a história do kartismo imperatrizense por meio de fotografias e objetos.  Os interessados podem visitar a mostra no Tocantins Shopping até o dia 24 de maio.
A trajetória da modalidade começou na década de 1980 com os irmãos Giovanni e Luciano Guerra, quando eles trouxeram um kart de Anápolis para a cidade juntamente com os pilotos de São Luís que já corriam de kart. A primeira corrida aconteceu em circuito de rua em torno da Praça Tiradentes, no dia 10 de outubro de 1987, contando com a participação de oito pilotos.
O Presidente da FAEM, Giovanni Guerra, avalia como bem sucedida a trajetória do kartismo em Imperatriz e foi uma conquista da população: “o kart hoje é um sucesso. E vale ressaltar que é resultado do somatório dos esforços de muita gente no decorrer de todos esses anos”.
Notoriedade - Vários pilotos de renome nacional já participaram de provas no Kartódromo de Imperatriz, entre eles o tricampeão da Fórmula 1 Nélson Piquet e seu filho Nelsinho Piquet, Victor Meira (campeão sul-americano de kart e piloto de Fórmula 3), Suzane Carvalho (piloto da Fórmula Indy Light e campeã da Fórmula 3 sul-americana e brasileira), Ruben Carrapatoso (bicampeão paulista e campeão mundial de kart), Bia Figueiredo (piloto da Fórmula Indy).
Imperatriz já foi sede também de várias competições, como o Campeonato Integrado, Campeonato Regional e Seletiva Petrobrás entre outros. Destaca-se a Copa Brasil, um dos mais importantes eventos de kart, realizada no ano passado e que reuniu mais 150 pilotos de todo o País.
Mais do que apenas mais uma praça esportiva, o kartódromo de Imperatriz é motivo de orgulho para a cidade e para o estado do Maranhão. “É verdade que tem 25 anos de trabalho, mas é por ser imperatrizense, e por ter conseguido estar hoje no mais alto nível de competição, de profissionalismo, de respeito dentro do automobilismo nacional”.
FONTE. KARTMOTOR.